Última parada antes do Bumbódromo: Nação Azul se despede de Manaus e faz o último teste geral rumo ao Festival
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| O boi de pano evolução arranca aplausos da torcida azulada em Manaus. (Foto: Gabi Vitim / Secretaria de Cultura e Economia Criativa) |
A Nação Azul e Branca se prepara para o último grande ato na capital amazonense antes de concentrar todas as suas forças na Ilha Tupinambarana. Neste sábado (13), a partir das 21h, o Sambódromo de Manaus recebe a edição de encerramento do Bar do Boi Caprichoso, que marca o fim da temporada oficial do Ensaio dos Bumbás 2026. O evento, que tem entrada gratuita, é promovido pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa.
Com o tema emblemático “Alçar as Velas – Rumo a Parintins”, a noite promete transformar a passarela do samba em um mar azul e branco, reunindo milhares de torcedores e apaixonados pelo bumbá da estrela na contagem regressiva para o festival.
Futebol e Folclore: Marujada e Grandes Vozes Comandam a Festa
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| Corpo de dança e brincantes dão o tom do espetáculo que será levado à arena do Bumbódromo. (Foto: Gabi Vitim / Secretaria de Cultura e Economia Criativa). |
Para o torcedor que não quer perder nenhum detalhe do final de semana, a programação começará mais cedo. A partir das 18h, o Sambódromo contará com a transmissão ao vivo do jogo entre Brasil e Marrocos pela Copa do Mundo de 2026, unindo a paixão pelo futebol com o esquenta oficial do bumbá.
Logo em seguida, a constelação de artistas do Caprichoso assume o comando do palco. Estão confirmados shows de Jr. Paulain, Edilson Santana, Klinger Jr., Canto da Mata, Júlio Persil, Mara Lima, Luanita Rangel, Gabriel Tavares e André Vaz. A cadência impecável da Marujada de Guerra ditará o ritmo da noite, acompanhada pelas coreografias oficiais do Corpo de Dança Caprichoso (CDC Manaus) e da torcida Raça Azul.
A ação faz parte da política estadual de incentivo à cultura popular, servindo de vitrine para os artistas da terra, impulsionando a economia criativa e garantindo o acesso democrático do público a grandes espetáculos que mantêm viva a chama do Festival de Parintins.
Por Roger Pimentel, com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa.


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